MULHERES À OBRA

 MULHERES À OBRA

 

Através de novas experiências e novos conhecimentos, nós mulheres temos, a pouco e pouco, expandido os nossos horizontes e conquistado o nosso espaço. Só tentando, experimentando, metendo a cara é que a gente sai do lugar. Muitas das vezes nos falta confiança e sobra medo. Seja confiança para dirigir um carro, confiança para consertar alguma coisa na nossa casa, confiança para fazer uma viagem sozinha ou até mesmo para assumir determinada profissão.


 

A gente não sabe, nunca fez e cresceu habituada a ouvir que há certas coisas que não são para nós. São coisas de menino e nós devemos ser assim, assim e assim. Porque as nossas avós já o eram, as nossas mães o são e nós temos um papel de cuidadoras a cumprir. Essas lenga-lengas nos moldam desde cedo e, se não paramos para pensar duas vezes, achamos que é assim mesmo. Nós somos filhas, somos irmãs, somos mães, somos tias e somos avós … e nisso não sabemos quem realmente somos. 

 

Não nos questionamos ao ponto de perceber que podemos e merecemos mais! Não ganhamos a energia e o impulso necessário para fazer diferente. E enquanto não nos desafiamos e damos um primeiro passo, não temos como evoluir e sentir que vai dar certo. Nos privamos de vivências, de sair da zona de conforto e de nos encontrarmos em tarefas e atividades que realmente gostamos e que podemos ser muito boas.

 

Há poder na repetição e cada tentativa é uma oportunidade de aperfeiçoamento. Se tentei uma vez e ainda não deu certo, nada como tentar de novo, de novo e só mais uma vez. Esse processo reforça a nossa confiança, reforça a segurança em nós mesmos. A sensação do “Eu consigo” é simplesmente incomparável! O nosso amor próprio e a nossa autoestima agradecem e muito! 

 

São pequenas experiências que nos mudam individualmente e contribuem para o desenvolvimento e o fortalecimento do papel das mulheres na sociedade. Assim acontece na prática o empoderamento feminino, que tanto se fala e se assinala no dia 8 de Março, o dia Internacional da Mulher. Um dia estabelecido para nos lembrar do que nós já devíamos saber, que lugar de mulher é onde ela quiser.


Se queremos receber flores e bombons? Sim, claro. Sem problema. Mas o que nós queremos mesmo é respeito.

 

 



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